março 28, 2011

Panquecas - 2 tipos..



Panqueca de cenoura com recheio de espinafre e pescada



Ingredientes


Massa


1/2 Xícara(s) de leite
1 Unidade(s) de ovo
1/2 Colher(es) de chá de sal
1 Unidade(s) de cenoura média picada
1 Xícara(s) de farinha de trigo
1 Colher(es) de sopa de margarina
Molho


1 Lata de molho de tomate
Para cobrir


papel-alumínio a gosto


Recheio


300 Grama(s) de filé de pescada cortado em cubos
1 Unidade(s) de maço de espinafre picado
1 Colher(es) de sopa de amido de milho MAIZENA®
2 Colher(es) de sopa de água
1/2 Colher(es) de chá de sal
1 Colher(es) de sopa de azeite de oliva
1 Unidade(s) de cebola pequena picada
2 Dente(s) de dentes de alho amassado  


Modo de preparo


Massa


1. Bata no liquidificador o leite, o ovo, o sal, a cenoura, a farinha e a margarina por 2 minutos ou até obter uma massa levemente cremosa e homogênea.
2. Deixe descansar por 10 minutos.
3. Unte e aqueça uma frigideira de (12 cm de diâmetro) em fogo médio e coloque uma porção da massa suficiente para formar uma camada fina que cubra o fundo da frigideira.
4. Frite de um lado e vire para fritar o outro.
5. Passe para um prato e continue a operação até terminar a massa.
6. Reserve.


Recheio


1. Em uma panela, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a cebola e o alho.
2. Junte a pescada e refogue por 3 minutos, mexendo delicadamente.
3. Adicione o espinafre e o sal e refogue por mais 3 minutos ou até o espinafre murchar.
4. Dissolva o amido de milho MAIZENA® na água e junte ao refogado, mexendo sempre até engrossar.
5. Reserve.
6. Preaqueça o forno em temperatura média (180°C).
7. Distribua um pouco de recheio em cada disco de massa e enrole como rocambole.
8. Arrume as panquecas em uma travessa e cubra com o molho de tomate.
9. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno por 10 minutos ou até aquecer.
10. Sirva em seguida.
Variação


1. Se preferir com mais molho, utilize mais 1 embalagem de molho de tomate.
2. Se desejar, polvilhe queijo parmesão ralado antes de servir




Panqueca com aveia com recheio de frango e cottage


Ingredientes


Massa


1 Xícara(s) de leite desnatado
2 Unidade(s) de ovos
1/2 Xícara(s) de farinha de trigo
1 Cubo(s) de caldo de galinha KNORR VITALIE
4 Colher(es) de sopa de aveia em flocos grossos
Molho


molho de tomate lata
Para cobrir


papel-alumínio a gosto
Para untar


azeite de oliva a gosto
Recheio


1/2 Quilo(s) de peito de frango cozido e desfiado
1 Cubo(s) de caldo de galinha KNORR VITALIE
250 Grama(s) de queijo cottage        


Modo de preparo


Massa


1. Bata no liquidificador o leite, os ovos, a farinha, o cubo de caldo de galinha KNORR VITALIE esfarelado e 3 colheres (sopa) da aveia por 2 minutos ou até obter uma massa levemente cremosa e homogênea.
2. Junte a aveia restante e misture sem bater.
3. Deixe descansar por 10 minutos.
4. Unte e aqueça uma frigideira pequena (12 cm de diâmetro) em fogo médio e coloque uma porção da massa suficiente para formar uma camada fina que cubra o fundo da frigideira.
5. Frite de um lado e vire para fritar o outro.
6. Passe para um prato e continue a operação até terminar a massa.
7. Reserve.


Recheio


1. Em uma tigela, coloque o frango e esfarele o cubo de caldo de galinha KNORR VITALIE sobre ele, junte o queijo e misture.
2. Preaqueça o forno em temperatura média (180°C).
3. Distribua um pouco de recheio em cada disco de massa e enrole como rocambole.
4. Arrume as panquecas em um refratário e cubra com o molho de tomate.
5. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno por 10 minutos ou até aquecer.
6. Sirva em seguida.
Variação


1. Se desejar, acrescente salsinha picada ao recheio.

março 10, 2011

Pasta de Beringela com Azeitona Preta


Ingredientes

1 Unidade(s) de berinjela grande sem casca picada
8 Unidade(s) de azeitonas pretas sem caroços
3 Colher(es) de sopa de extrato de tomate
1 Cubo(s) de caldo de legumes KNORR VITALIE
2 Folha(s) de rúcula
150 Grama(s) de mussarela de búfala picada
Para cobrir

papel-alumínio a gosto
Para untar

creme vegetal a gosto     

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno em temperatura média (180°C).
2. Unte uma assadeira retangular média (33 x 23 cm).
3. Reserve.
4. Coloque a berinjela na assadeira reservada e leve ao forno por 20 minutos ou até ficar macia.
5. Reserve até esfriar.
6. Bata no liquidificador a berinjela reservada, as azeitonas e o extrato de tomate.
7. Até obter uma consistência cremosa.
8. Coloque em uma tigela, esfarele o cubo de caldo de legumes KNORR VITALIE, misture e reserve.
9. Abra uma folha de papel-alumínio com 35 x 30 cm, unte com o creme vegetal e cubra com as fatias de mussarela.
10. Espalhe a pasta de berinjela e finalize com a rúcula.
11. Enrole como um rocambole com o auxilio do papel-alumínio.
12. Embrulhe e deixe na geladeira por 3 horas.
13. Retire da geladeira, desembrulhe e corte em fatias de 2 cm de largura.
14. Coloque em uma travessa, decore a gosto e sirva em seguida.
Variação

1. Se preferir misture 1 colher (chá) de manjericão picado.

março 08, 2011

Torta de Liquidificador Natureba


Ingredientes

4 Unidade(s) de ovos
1/2 Xícara(s) de óleo
1/2 Xícara(s) de leite
1 Embalagem de creme de cebola KNORR
200 Grama(s) de abóbora picada
1 Xícara(s) de farinha de trigo
1 Colher(es) de sopa de fermento em pó
500 Grama(s) de queijo de minas padrão cortado em cubos
1/2 Unidade(s) de brócolis japonês cozido e picado (só as flores)
Para untar e enfarinhar

margarina a gosto
farinha de trigo a gosto      

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno em temperatura média (180ºC).
2. Unte e enfarinhe uma assadeira redonda média (25 cm de diâmetro).
3. Reserve.
4. Em um liquidificador coloque os ovos, o óleo, o leite, o creme de cebola KNORR e bata por 3 minutos.
5. Junte a abóbora e bata por mais 3 minutos ou até que fique cremoso.
6. Passe para uma tigela.
7. Adicione a farinha, o fermento, o queijo, os brócolis e misture até que a massa fique homogênea.
8. Coloque na fôrma reservada e leve ao forno por 45 minutos ou até que um palito, depois de espetado na massa, saia limpo.
9. Desenforme o bolo ainda morno.
10. Sirva morno ou frio.
Variação

1. Se desejar você pode substituir metade do queijo por palmito picado 

março 01, 2011

Vinagre ...dicas maravilhosas...




Vinagre Branco mata as bactérias, fungos e germes.

Veja bem, 5 por cento do tipo vinagre que você pode comprar nos supermercados mata 99 por cento das bactérias, 82 por cento dos fungos (MOFO), e 80 por cento dos germes (vírus).
O vinagre é fortemente antibacteriano.

Spray de Vinagre
Coloque um pouco de vinagre branco em um frasco spray, spray sobre a área mofada, e deixe agir sem enxaguar.

Onde Usar:

Nos utensílios de madeira, como colheres de pau , tábuas de carne, geladeira,freezer e o micro-ondas.

LAVANDERIA: coloque num borrifador a mesma quantidade de água e vinagre branco. Aplique sobre manchas nas roupas antes de colocá-las na máquina. Para aumentar o poder de limpeza do seu sabão em pó, espere a máquina de lavar encher e adicione à água uma xícara de chá de vinagre puro. Depois, deixe lavar normalmente.

COZINHA: esqueceu a panela no fogo? Para retirar resíduos queimados do fundo de panelas e frigideiras, encha-as de água e adicione 4 colheres (sopa) de vinagre branco. Leve ao fogo e deixe ferver. Espere esfriar e lave normalmente. Mas há mais benefícios do vinagre na cozinha:
. para desinfetar a máquina de lavar louças, dê um ciclo de pré-lavar com uma xícara (chá) de vinagre.
. para deixar os copos de vidro brilhantes, deixe-os de molho numa bacia com água e gotas de vinagre branco. Depois, lave-os com detergente.
. para deixar o fogão novinho em folha após fazer frituras, deixe um pouco de vinagre sobre a gordura 15 minutos antes de começar a limpeza.

BANHEIRAS:
O ralo de uma banheira exige um solvente forte. Tente molhar toalha de papel com vinagre sem diluí-lo e coloque sobre o ralo. Deixe o papel secar, coloque algumas gotas de vinagre e esfregue com uma esponja.
Uma vez por ano, despeje uma garrafa de vinagre em sua banheira e ligue-a. Isto ajudará a evitar que os jatos sejam obstruídos por resíduos de  sabonete.

CHUVEIROS:
Bocais do chuveiro podem ser obstruídos por depósitos minerais da água. Remova os depósitos misturando 1/2 xícara de vinagre e 1/4 de água em uma bacia ou balde. Remova o bocal do chuveiro e deixe-o na solução de vinagre por 15 minutos. Para bocais plásticos, deixe-os por 1 hora em uma mistura de 500ml de vinagre e 500ml de água quente.
Remova a sujeira dos boxes e paredes borrifando-os com vinagre e deixe secar, então borrife novamente para umedecer e limpe com uma esponja. Caso necessário, reaplique e deixe por algumas horas. Então umedeça e limpe novamente.
Cortinas do box ou revestimentos podem ser cobertas por camadas de sabonete ou mofo. Mantenha uma garrafa de vinagre próxima ao chuveiro, e borrife nas cortinas uma ou duas vezes por semana. Não precisa enxaguar.
Às vezes, o mofo pode deixar manchas nas cortinas caso não seja removido rapidamente. Para remover estas manchas misture bórax com vinagre o suficiente para formar uma pasta, então esfregue na área manchada.

PIAS:
Água dura e depósitos minerais ao redor da pia e torneiras de banheiras podem ser removidas cobrindo a área manchada com toalhas de papel molhadas no vinagre. Cubra e deixe sobre a área por 1 hora, então limpe com uma esponja úmida.
Vasos Sanitários
Despeje vinagre no vaso e deixe por 30 minutos. Então borrife bicarbonato de sódio em uma escova para limpeza de vasos e esfregue as áreas manchadas. Dê descarga.

PAREDES: faça uma solução de vinagre e água morna em partes iguais. Aplique-a sobre riscos de lápis e marcas espalhadas pelas paredes. Esfregue o local com um pano macio até que as manchas desapareçam.
ARMÁRIOS: para eliminar o odor de mofo, esvazie os compartimentos e deixe pernoitar, dentro do móvel, uma bacia ou assadeira com vinagre branco puro. Em seguida, passe um pano embebido nesse líquido.

ODORES DE ANIMAIS: para eliminar o cheiro de urina e fezes dos bichos de estimação, remova a parte sólida dos resíduos. Em seguida, aplique uma solução de dois terços de água morna e um terço de vinagre branco. Logo depois, aplique um pouco de vinagre puro sobre o local e deixe secar naturalmente

DICAS:

Mantenha uma garrafa spray limpa cheia de vinagre em sua cozinha, limpe sua tábua de carne toda vez que usa-la, limpe seu banheiro, carpete, canil e em fim tudo que quiser O cheiro do vinagre dissipa-se dentro de poucas horas.
PS. Eu sempre uso o vinagre em spray na nossa tábua de carne, antes de ir para a cama à noite pulverizo um pouco do vinagre e deixo a noite toda, pela manhã lavo quando vou usar.

fevereiro 28, 2011

Escondidinho de Abóbora com Carne



Ingredientes

Purê

1 Colher(es) de chá de sal
1/2 Xícara(s) de amido de milho MAIZENA®
100 Grama(s) de queijo coalho cortado em cubos pequenos
1/2 Xícara(s) de água
1 Quilo(s) de abóbora cortada em cubos médios

Recheio

2 Colher(es) de sopa de óleo
1/2 Quilo(s) de carne bovina cortada em cubos médios
1 Unidade(s) de cebola grande cortada em rodelas grossas
2 Dente(s) de alho amassado
2 Unidade(s) de tomates grandes, sem pele e sem sementes, cortados em cubos
1 Colher(es) de chá de sal
1 Xícara(s) de água fervente  

Modo de preparo

Recheio

1. Em uma panela de pressão, aqueça o óleo em fogo médio e refogue a carne.
2. Junte a cebola, o alho, os tomates e o sal e cubra com a água fervente.
3. Tampe a panela e cozinhe por 25 minutos, contados a partir do início da pressão.
4. Retire do fogo e espere sair todo o vapor.
5. Abra a panela e volte ao fogo por mais 20 minutos ou até secar o líquido.
6. Retire a carne, desfie e reserve na panela.

Montagem

1. Preaqueça o forno em temperatura média (180°C)..
2. Distribua metade do purê em um refratário quadrado pequeno (19 x 19 cm).
3. Espalhe o recheio, o queijo e cubra com o restante da massa.
4. Leve ao forno por 15 minutos ou até ficar quente.
5. Sirva em seguida.

Purê

1. Reserve 3 colheres (sopa) de água.
2. Em uma panela, junte a abóbora, o sal e o restante da água e leve ao fogo médio, mexendo de vez em quando, até secar o líquido do cozimento e a abóbora desmanchar.
3. Dissolva o amido de milho MAIZENA® na água restante e acrescente na abóbora, mexendo sempre, até soltar do fundo da panela. 

fevereiro 26, 2011

Bolinho de Batata com Amendoim


Ingredientes

1/2 Quilo(s) de batata
1 Unidade(s) de ovo
1/2 Xícara(s) de amido de milho MAIZENA®
2 Colher(es) de sopa de queijo parmesão ralado
1 Colher(es) de sopa de salsinha picada
1/2 Xícara(s) de amendoim torrado e picado, sem pele
1 Colher(es) de chá de sal
Para fritar

óleo a gosto 

Modo de Preparo

1. Descasque as batatas, corte em pedaços e coloque em uma panela pequena.
2. Cubra com água e cozinhe até ficarem macias.
3. Escorra bem e passe pelo espremedor de batata.
4. Coloque em uma tigela e deixe amornar.
5. Junte o ovo, o amido de milho MAIZENA®, o queijo ralado, a salsinha, o amendoim e o sal.
6. Amasse delicadamente até obter uma massa maleável.
7. Faça bolinhos com o auxílio de 2 colheres (sopa) ou com as mãos.
8. Em uma panela pequena, aqueça o óleo e frite os bolinhos, aos poucos, até dourar.
9. Retire com a escumadeira e escorra sobre papel toalha.
10. Sirva em seguida.
Variação

1. Se preferir, substitua a salsinha por orégano.


fevereiro 11, 2011

Pizza de Bolinhas

Ingredientes

200 Grama(s) de queijo provolone ralado no ralo grosso
200 Grama(s) de linguiça calabresa ralada no ralo grosso
1 Lata de molho de tomate
200 Grama(s) de queijo mussarela ralado no ralo grosso (para cobertura)
2 Unidade(s) de tabletes de fermento biológico (30 g)
1 Colher(es) de sopa de açúcar
1 Xícara(s) de leite
4 Xícara(s) de farinha de trigo
1 Unidade(s) de tablete de margarina culinária (100 g)
2 Unidade(s) de ovos
1 Xícara(s) de amido de milho Maizena®
2 Colher(es) de chá de sal
3 Colher(es) de sopa de manjericão picado 

Modo de Preparo

1. Em uma tigela grande, esfarele os tabletes de fermento, junte o açúcar e misture até ficar líquido.
2. Aqueça 1 xícara (chá) de leite até ficar morno e junte à mistura do fermento. Adicione meia (chá) da farinha. Misture, cubra e deixe crescer por 15 minutos.
3. Acrescente a margarina, os ovos, o leite restante, o amido de milho Maizena® e o sal. Misture com uma colher até ficar pastoso.
4. Adicione, aos poucos, o restante da farinha e amasse até soltar das mãos.
5. Enfarinhe uma superfície seca, coloque a massa e sove até ficar lisa. Cubra e deixe crescer por 1 hora ou até dobrar de volume.
6. Em uma tigela, misture o manjericão, o queijo provolone e a linguiça. Reserve.
7. Unte duas fôrmas para pizza grande (35 cm de diâmetro). Reserve.
8. Divida a massa em 100 porções. Distribua o recheio entre as porções de massa e modele no formato de bolinhas.
9. Arrume 50 bolinhas em uma das assadeiras reservadas, colocando uma ao lado da outra. Repita a operação com as bolinhas restantes na outra assadeira reservada. Cubra e deixe crescer por 30 minutos ou até dobrar de volume.
10. Preaqueça o forno em temperatura média (180°C).
11. Pincele com a gema e leve ao forno por 25 minutos ou até dourar.
12. Retire do forno, cubra com o molho e polvilhe a mussarela. Leve novamente ao forno por mais 10 minutos ou até o queijo derreter. Sirva em seguida.
13. Variação: Se preferir, substitua o recheio de queijo provolone por mussarela e lingüiça calabresa por salame. 

janeiro 24, 2011

Sobremesa Gelada de Goiaba




Ingredientes


Creme


3 Colher(es) de sopa de amido de milho MAIZENA®
2 1/2 Xícara(s) de leite
4 Colher(es) de sopa de açúcar
1 Xícara(s) de ricota fresca passada pela peneira
8 Unidade(s) de biscoitos tipo champanhe
Doce


1 Xícara(s) de açúcar
1 Xícara(s) de água
6 Unidade(s) de goiabas vermelhas descascadas, sem as sementes, cortadas em tira 


Modo de preparo


Montagem


1. Corte os biscoitos em 3 partes e umedeça-os na calda reservada.
2. Monte em 8 taças camadas alternadas de creme, goiaba, biscoito e creme, finalizando com a goiaba.
3. Leve à geladeira por, no mínimo, 3 horas.
4. Sirva gelada.
Creme


1. Em uma panela média, dissolva o amido de milho MAIZENA® no leite, junte o açúcar, acrescente a ricota e leve ao fogo médio, mexendo sempre, até formar um creme.
2. Retire do fogo e reserve.
Doce


1. Em uma panela média, junte o açúcar e a água.
2. Cozinhe em fogo baixo até levantar fervura.
3. Coloque as goiabas e cozinhe em fogo médio por 10 minutos ou até que as goiabas fiquem macias.
4. Escorra a calda e reserve as goiabas e a calda em separado.  

janeiro 19, 2011

Cuscuz de Linguiça



Ingredientes


2 Unidade(s) de Gomos de linguiça calabresa cortada em cubos pequeno
1 Unidade(s) de Pimentão verde pequeno cortado em cubos pequenos
1 Unidade(s) de Pimentão vermelho pequeno cortado em cubos pequenos
2 Cubo(s) de Caldo de bacon e louro KNORR
4 Xícara(s) de Água fervente
1 Lata de Ervilha escorrida
1 Xícara(s) de Palmito picado
1 Xícara(s) de Azeitona preta picada
2 Xícara(s) de Farinha de milho
1 Unidade(s) de Tomate cortado em rodelas
1 Unidade(s) de Ovo cozido e fatiado
4 Unidade(s) de Azeitonas pretas sem caroços
1 Colher(es) de chá de Salsinha picada
Folhas de alface crespa a gosto
1 Colher(es) de sopa de Azeite-de-dendê
2 Colher(es) de sopa de Extrato de tomate 


Modo de Preparo


1. Unte uma fôrma de furo central média (24 cm de diâmetro) e decore o fundo e as laterais, com o tomate, o ovo cozido e as azeitonas. Salpique a salsinha. Reserve.
2. Em uma panela grande, aqueça o azeite de dendê em fogo médio, junte o extrato de tomate , a linguiça e os pimentões. Refogue por 3 minutos.
3. Junte os cubos de caldo de bacon e louro KNORR dissolvidos na água fervente e cozinhe com a panela tampada por 10 minutos.
4. Acrescente a ervilha, o palmito e as azeitonas. Misture e cozinhe por 2 minutos.
5. Junte, aos poucos, a farinha de milho, mexendo sempre, até que solte totalmente do fundo da panela.
6. Coloque na fôrma reservada, apertando com as costas de uma colher. Reserve por 5 minutos.
7. Desenforme sobre um prato para bolo e decore com a alface.
8. Sirva morno ou frio.  

janeiro 11, 2011

Para DONAS e DONOS de casa e respectivas secretárias

Erros na cozinha 
(Combater velhos hábitos é preciso)


1° erro:
Lavar as carnes debaixo da torneira.
Primeiro, você perde nutrientes.
A carne fica esbranquiçada.
Segundo: a contaminação que existe vai aumentar,
porque aumenta a quantidade de água e as bactérias vão penetrar mais ainda.
A única carne que se lava é o peixe e só para tirar escamas e a barrigada.
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2° erro:
Colocar detergente direto na esponja, o que leva ao exagero.
O detergente nunca deve ser colocado direto na esponja.
Vai ser muito difícil enxaguar todo esse detergente.
O resto de detergente que fica junto com os alimentos pode no futuro dar um problema para a sua saúde.
Para limpar sem exagero, você precisa apenas de oito (8) gotas de detergente em um litro de água.
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3° erro:
Usar tábua de carne de madeira.
Na tábua de madeira as bactérias ficam te aplaudindo!
Tábua tem que ser de plástico ou vidro.
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4° erro:
Sobre guardar comida quente na geladeira.
Este é um dos um dos mitos mais difundidos entre as donas de casa...
Não há erro em guardar comida quente na geladeira.
O único problema é que vai aumentar um pouquinho o consumo de energia,
mas não vai estragar a geladeira de modo algum.
Porém ...
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5° erro:
Guardar comida quente na geladeira com o recipiente tampado.
O ar frio vai bater na tampa.
Vai demorar muito para resfriar e as bactérias vão adorar!
Então, coloque tudo destampado.
Depois de duas horas você pode fechar.
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6° erro:
Furar a lata de leite condensado e utilizá-la várias vezes.
As pessoas pegam a lata de leite condensado
e fazem dois buraquinhos, um de cada lado.
Sai leite condensado por um lado mas, pelo outro, entra uma porção de bactérias.
Abra a lata inteira e passe o leite condensado para um recipiente
que pode ser de plástico ou de vidro.
Sirva sempre com uma colher; depois tampe e guarde na geladeira.
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7° erro:
Ignorar as formigas.
Quando se fala em doce, a gente não pode esquecer as formigas.
Você provavelmente não se importaria se encontrasse
uma formiguinha em cima do seu bolo, não é?
Doutor Bactéria:
E se fosse uma barata?
Marina Scherb, de 12 anos: Aí eu não como.
Doutor Bactéria: Se a gente pegar uma barata, matar essa barata,
deixar no meio da cozinha, no dia seguinte, cadê a barata?
Marina: Sumiu.
Doutor Bactéria: Quem levou?
Marina: As formigas...
Doutor Bactéria: A mesma que estava em cima do bolo?
Marina: É, né?...
Doutor Bactéria: As formigas são consideradas até
maiores agentes transmissores de bactérias do que a própria barata.
Doce com formiga só pode ter um destino: a lata de lixo.
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8° erro:
Soprar velinhas do bolo de aniversário.
Este é um péssimo mau hábito.
Testes comprovam que o bolo fica contaminado por bactérias de saliva.
Essas bactérias produzem uma toxina que podem ocasionar
aquelas intoxicações com 24 horas de vomito e mal-estar.
Evite, também, deixar o bolo fora da geladeira.


Roberto Figueiredo é Biomédico e personifica o Dr. Bactéria


http://leonildaphotmailcom.blogspot.com/2010/03/8-erros-na-cozinhadr-bacteria.html


Combater velhos hábitos é preciso
Corrigir velhos hábitos pode ser muito mais difícil do que aprender
- do começo -
a forma correta de fazer as coisas.
Mas quando o assunto é evitar a proliferação de bactérias,
todos os cuidados são necessários.
É preciso jogar no lixo muitos dos conhecimentos adquiridos ao longo da vida
para vencer as batalhas diárias contra aqueles seres minúsculos e tão prejudiciais à saúde.


Desde criança, aprendemos a colocar ovos na porta da geladeira,
até porque os eletrodomésticos vêm de fábrica programados com essa função.
No entanto, é um erro dos mais graves, porque o balanço da porta
e a pouca refrigeração favorecem a deterioração do produto
e o ovo vira uma estufa para a criação das terríveis salmonelas,
bactérias responsáveis por boa parte das intoxicações alimentares.


O professor Roberto Figueiredo, bioquímico especializado no combate às bactérias,
conhecido nacionalmente como Dr. Bactéria,
proferiu uma palestra e desmistificou a maioria dos maus hábitos das pessoas.
“Você lava carne?
Pois isso é muito errado, porque a água contribui
para facilitar a entrada das bactérias”,
informou à platéia.


Para ilustrar as verdades que estava transmitindo para o público,
Dr. Bactéria mostrou dados preocupantes.
Em todo o mundo, 1,5 milhão de crianças menores de cinco anos adoecem de diarréia por ano,
o que gera três milhões de mortes,
das quais 70% são causadas por manipulação errada de alimentos.
“Isso demonstra total ignorância frente às bactérias novas”.
O bioquímico condena hábitos diários das donas-de-casa,
como arear panela
(não se deve lustrá-la por dentro, para não soltar a substância química),
armazenar o frasco de vinagre fora da geladeira,
usar lixeirinha de pia,
usar pregadores de roupa para fechar saquinhos de alimentos,
guardar pedaços de legumes ou de frutas na porta da geladeira
e guardar cola na geladeira -
“Não se pode armazenar alimentos com produtos químicos”.


Para se ver livre das bactérias, os cuidados com a pia devem ser redobrados.
A esponja de lavar louças deve ser lavada e desinfetada diariamente e trocada semanalmente.
Dr. Bactéria não falou sobre os possíveis riscos de contaminação
do tradicional pano de coar café, tão comum no Nordeste, e do pano de prato.
Mas levando em consideração tudo o que ele disse,
mantê-los limpos é a melhor saída.


Professor Roberto apresenta verdadeiros desafios para o senso comum.
Segundo ele, deve-se consumir leite pasteurizado sempre,
mas o líquido jamais deve ser fervido em casa.
O produto deve ser aquecido a 80 graus C no máximo (cerca de quatro minutos)
para que as propriedades nutricionais sejam mantidas.
Outra “esquisitice” apresentada é com relação à forma de armazenar os alimentos recém-preparados.
Sabe aquele gesto gentil da mamãe em guardar o pratinho do filho no forno?
Dr. Bactéria diz que isso é oferecer um prato de veneno.
“As pessoas passam mal porque comem comida contaminada, não estragada.
O risco é ainda maior porque o alimento não apresenta sinais de contaminação
e as pessoas comem mesmo”.


Ele explicou que os alimentos perecíveis devem ser mantidos fora da geladeira por no máximo duas horas.
Se ainda estiverem quentes, devem ser levados destampados para refrigeração para que o ar frio circule.
“Depois, podem ser tampados normalmente”.


O produto quente não compromete o funcionamento do eletrodoméstico,
só faz aumentar o consumo de energia.
“Mas eu prefiro pagar mais caro a conta do que pagar com minha saúde”.
Enfim, são muitos cuidados que devemos tomar.
Alguns são quase impraticáveis, outro são mais fáceis.


Mel não pode ser oferecido a crianças!


Ponto para:
- quem conseguir não colocar meio tomate, meia cebola, na porta da geladeira.
-  quem não lava frutas e verduras quando chega da feira e sim duas horas depois de refrigeradas.


E mil pontos para quem não oferece mel para crianças com menos de um ano.


Mel?
Dr. Bactéria avisou às mães que todo cuidado é pouco com esse rico alimento.


Segundo ele, 8% da produção de mel é contaminada
por uma bactéria chamada clostridium botulino.
Os seres humanos desenvolvem anticorpos de defesa contra os microorganismos,
mas somente após um ano de idade.
“Muitas crianças morrem de causas não explicadas
e alguns desses óbitos podem ser atribuídos ao mel”.


Uma das críticas mais severas feitas pelo professor Roberto
foi com relação a experimentar e soprar a comida dos bebês
– que muita gente desavisada faz –
e soprar velinhas de bolo de aniversário.
“O aniversariante sopra e depois a mamãe oferece um pratinho de bactérias para os convidados.
Aconselho a adoção daqueles bolos gelados, embrulhados em papel alumínio”.


As festas são ocasiões ideais para a proliferação de bactérias,
porque os alimentos ficam expostos por tempo acima do considerado ideal.
O bioquímico cita a maionese como uma das vilãs das intoxicações alimentares,
principalmente as (maioneses) caseiras.
“O perigo é maior para os donos das festas,
que só têm tempo de comer os quitutes no dia seguinte.
E ainda acham que é gostoso”.


Salmonela


Salmonelose é uma infecção causada pela bactéria chamada salmonela,
que se desenvolve principalmente em alimentos crus.
O risco de contraí-la em maionese caseira, portanto, é latente.
A maioria das pessoas infectadas por salmonela desenvolve diarréia,
febre e cólica abdominal entre 12 e 72 horas depois da infecção.
Salmonelose geralmente dura entre quatro e sete dias,
sendo que a maioria das pessoas se recupera sem necessidade de tratamento.
Porém, em algumas pessoas, a diarréia pode ser tão forte
que o paciente precisa ser hospitalizado.
A infecção por salmonela pode se espalhar dos intestinos para a corrente sanguínea,
e daí para outras partes do corpo,
podendo ser fatal caso a pessoa não seja tratada rapidamente com antibióticos.
Idosos, crianças e aqueles com sistema imunológico enfraquecido
têm mais probabilidade de desenvolverem casos graves de salmonelose.
(Achou importante? REPASSE!)  

janeiro 09, 2011

Manual de degustação: isso sim é vinho bom!




Conheça os principais tipos de uva, suas características e combinações mais comuns


Por Minha Vida


Estrear na degustação de um bom vinho não é tarefa simples. Mas também está longe de ser a complicação que muita gente pensa. Existem muitas opções, é verdade, e talvez isso dificulte um pouco a escolha.


Mas algumas informações básicas são suficientes para você identificar se aquela garrafa linda vale mesmo cada centavo que estão cobrando por ela.


O acerto é uma questão que combina as variáveis comprar, guardar, servir e saborear na medida ideal. Parece complicado? Pense na famosa cervejinha: se você é um apreciador, sabe identificar quando a loira é das boas, não sabe? Com o vinho é basicamente a mesma coisa. Quanto mais você provar, mais irá aprender. Aqui, montamos um manual básico para você iniciar a prática e não errar na escolha.

1. Em primeiro lugar, apague da memória aquele tabu de que os vinhos mais velhos são os melhores. Nem sempre isso é uma verdade. A regra é válida para vinhos sofisticados, como Bordeaux, Barolos e Riojas e, mesmo nesse caso, atende um limite de tempo. É recomendável não levar nada que tenha sido produzido há mais de quatro anos, pois só os grandes vinhos sobrevivem há mais tempo e, iniciando no assunto, você nem tem o paladar aguçado para saborear as notas que eles oferecem.


2. Sendo assim, prefira uma garrafa da safra mais recente, principalmente se for um vinho branco. Também examine bem a garrafa antes de comprá-la. O nível do líquido nunca deve estar abaixo do normal, e a rolha deve estar em boas condições.


3. Uma boa tática é observar a garrafa contra uma luz amarela. Se o vinho branco estiver muito dourado e um tinto estiver muito acastanhado, quer dizer que a bebida está sofrendo oxidação. Ou seja, as características visuais, olfativas e gustativas do vinho são alteradas pelo contato com o ar. A cor fica mais escura e a acidez menos acentuada


4. Se você não dispõe de uma adega climatizada para armazenar o vinho, guarde a garrafa em um lugar da casa que seja arejado, de pouca luminosidade e com pouca variação de temperatura.


5. As garrafas devem ser colocadas deitadas, evitando o ressecamento das rolhas, que vedam a entrada na embalagem. Os vinhos brancos são colocados na parte inferior e os tintos, na superior, pois resistem melhor às temperaturas mais altas. E nada de exageros: caso não conheça ainda um determinado vinho, leve apenas uma garrafa e, depois de experimentá-lo e aprová-lo, volte para buscar mais.
 6. Compre sua bebida em locais que ofereçam uma boa variedade de rótulos e que garantam a rotatividade de estoque. Isso reduzirá as chances de escolher um vinho oxidado. Prefira fazer a compra nos setores de bebidas dos grandes supermercados, lojas especializadas ou vá direto as importadoras. Ir até as vinícolas, quando o vinho for brasileiro, traz boa garantia de qualidade na conservação e preço mais acessíveis.


7. Não se impressione com o rótulo dos vinhos caríssimos. Pode apostar nos mais baratos também. Para encontrar aqueles com ótima relação qualidade versus preço, leia com atenção as informações do rótulo. No caso dos brasileiros, atente para a palavra reserva , que é uma denominação dada a um vinho de qualidade no mínimo mediana. O bom francês tem a anotação AOC (appellation d origine controlée), um indicador de que foi produzido na região descrita no rótulo de acordo com as regras exigidas por lei. Nos italianos, a sigla é DOC (denominazione di origine controllata) ou DOCG (denominazione di origine controllata e garantita). Vinhos de mesa franceses (vin de table) são sofríveis, fuja deles. Em qualquer caso, é recomendável não levar nada que tenha sido produzido há mais de quatro anos.


8. Outro clichê posto abaixo é a velha regra do vinho branco com peixe e os tintos com carnes. O que conta é harmonização da bebida com a comida. Um prato delicado pede vinho leve, frutado. Já aqueles que levam molho mais elaborado exigem a companhia de algo mais encorpado. Comidas agridoces combinam com vinho menos seco, enquanto frutos do mar são um convite à bebida mais ácida daí os espumantes secos caírem tão bem com as ostras.


9. Para facilitar a busca da uva ou da mistura de cepas adequada a sua ceia, leia o contra-rótulo das garrafas, que sugere pratos e descreve algumas qualidades marcantes do vinho em questão.


10. As clássicas combinações regionais também contam pontos. Vinhos produzidos num determinado local estão historicamente relacionados aos seus pratos típicos. Assim, a comida da italiana Toscana é o par perfeito para vinhos Chianti. E a parrillada argentina faz dupla com um tinto Malbec.


11. Mas os opostos também se atraem. Queijos salgados, como roquefort e gorgonzola, e vinhos doces do tipo late harvest (também chamado de colheita tardia) fazem uma ótima parceria. Já o adocicado e mais gorduroso ementhal pede um branco ácido, como um sauvignon blanc ou gewurztraminer.


12. Às vezes a regra é válida. Os portugueses costumam dizer que bacalhau não é carne nem peixe, é bacalhau. Então, siga a tradição: vá de tintos com pouca acidez e pouco tanino, como os portugueses da região da Bairrada ou o vinho verde (branco ou tinto).


13. Mas a idéia principal, seja você iniciante ou não, é esquecer a obediência cega às regras: o gosto pessoal é o mais importante. Experimente.
 A seguir, você confere um glossário com os principais tipos de uva, suas características e combinações mais comuns. Mas, como dizem os bons apreciadores da bebida, são apenas sugestões -- e, como tal, podem muito bem ser contrariadas pelo seu paladar.


Uvas para vinhos tintos


Alicante (ou monastrell, mataro, mourvèdre): espanhola, essa uva também é conhecida como Monastrell, em outras regiões da Espanha. Produz bons vinhos, secos e equilibrados, com sabor marcante de frutas vermelhas, como cereja, amora, framboesa.


No sul da França, essa mesma uva é conhecida como Mourvèdre. Geralmente é misturada a outras uvas, como shyrah, grenache e cinsault.


Países: França, Espanha e Austrália
Harmonização:
carnes, sopas, chouriço e salame. Queijos amarelos e pães salgados.



Barbera: típica do Piemonte, noroeste da Itália é uma das variedades mais cultivadas do país. Resulta em vinhos leves, ideais para o dia-a-dia do verão e da primavera. Tem exemplares escuros e frutados, com alta acidez.


Países: Itália (Piemonte), Estados Unidos (Califórnia) e Argentina.
Harmonização: massas com molho de tomates frescos, queijos amarelos (gruyére itálico), carnes leves e aves.
vinho
Cabernet FrancOriginária da região Bordeaux, na França, é mais leve e com menos taninos que a cabernet sauvignon, amadurecendo mais cedo. É muito usada junto a outras uvas, como a cabernet sauvignon, merlot e petit verdot.
Países: França (Bordeuax, Loire), Argentina, Austrália, Estados Unidos (Califórnia) e Nova Zelândia
Harmonização: uma boa opção para sanduíches e refeições rápidas. Vai bem com carnes leves, aves defumadas e sopas.


Cabernet SauvignonResultado do cruzamento cabernet franc com a sauvignon blanc, a cabernet sauvignon é considerada a rainha das uvas.


É a mais difundida em todo o mundo e responsável pelos melhores rótulos do planeta. Aparece em grandes vinhos de Bordeaux (Latour, Mouton-Rothshild, Lafite, Latour, Margoux, entre outros). Aposte nos Cabernet Sauvignon com safra acima de 4 anos, pois eles precisam de um tempo de amadurecimento no produtor, a fim de afinar os taninos agressivos, e dar corpo ao vinho.


Aí sim aparece o valor da variedade, sua estrutura, seu corpo, seus aromas de cassis e ameixas pretas, tabaco, tons de cacau, baunilha. Enriquece quando misturada à merlot, cabernet franc, shiraz, petit verdot ou malbec. Na Austrália geralmente é mesclado ao shiraz. Produz os melhores tintos do Brasil e do Chile.


Países: França (Bordeaux), Estados Unidos (Califórnia), Chile, Argentina, Austrália, África do Sul, Itália e Brasil.
Harmonização: carnes vermelhas, goulash, strogonoff, souflés de queijo e batatas; carne seca com purê de mandioca


CarmenèreHoje pode-se dizer que trata-se de uma uva chilena, mas é originária de Bordeaux, na França, e aparece também na Califórnia e na Argentina. Seus vinhos não devem ter consumo imediato, pois antes de três anos estarão desequilibrados devido à acidez e aos taninos agressivos.
País: Chile
Harmonização: carnes vermelhas, feijoada e assados. Não deve ser utilizada para acompanhar pratos com molho de tomate ou pratos leves e saladas.
Vinho
MalbecSua terra hoje é Mendoza, na Argentina. Embora, seja originária de Bordeaux, onde é muito tânica e usada somente misturada a outras cepas. Garrafas que apresentam safras menores do que três anos abrigam vinhos desequilibrados, com álcool, acidez e taninos acentuados.
Países: França, Argentina e Chile
Harmonização: carnes vermelhas, churrasco, feijoada, e queijos fortes. Não combina com saladas, defumados, queijo gorgonzola, nem molhos à base de tomates.


MerlotSeu berço de produção é em Bordeaux, na França, mais precisamente em Saint-Emilion, da onde nascem os famosos Chateau Cheval Blanc e Chateau Petrus.


Espalha-se por todo o mundo, com destaque para os produzidos no Chile, Califórnia e Nova Zelândia. Pode desenvolver aromas de chocolate e frutas vermelhas maduras quando colhidas com a maturação correta.


Países: França (Bordeaux), Norte da Itália, Estados Unidos, Chile, Austrália, Nova Zelândia, Argentina, Brasil.
Harmonização: faz boa dupla com carnes, caças e aves, exceto o frango e queijos amarelos. Também combinam com carne de porco, batatas, mandioca frita e ervilhas.


NebbioloOriginária do Piemonte, na Itália, é a mãe dos melhores e mais valorizados tintos italianos: Barolo e o Barbaresco. São bebidas intensas, frutadas, com alta acidez, o que torna obrigatório seu envelhecimento. Esses sim, quanto mais velho, melhor. Geralmente, espera-se no mínimo quatro anos para abrir uma garrafa.
País: Itália
Harmonização: assados (coelho, javali, vitela) com molhos expressivos (rôti e funghi).
Vinho
PeriquitaProduz o mais famoso vinho de Portugal, fora o Porto. Leva o mesmo nome de Periquita.
País: Portugal
Harmonização: aves e assados de carne suína (pernil e lombinho). Tortas salgadas, de queijo, frango com catupiry, bacalhau ou palmito.




Pinot NoirUva típica da Borgonha, produz os vinhos mais admirados do mundo. Os exemplos mais clássicos são os renomados (e caros) vinhos de Romanée-Conti, Volnay, Clos de Vougeat e outros tantos da Borgonha. A uva também faz parte da receita que compõem os vinhos da Champagne.
Países: França, Califórnia, Chile, Itália, África do Sul.
Harmonização: perfeito para aves, caça, vitela, javali e carna suína. Carnes vermelhas bem preparadas e queijos


SangioveseÉ a base dos grandes vinhos da Toscana, boa parte da Úmbria, e Lazio (próximo a Roma), como Chianti, Brunello di Montalcino e Vino Nobilo de Montpulciano.
Países: Itália, Estados Unidos e Argentina
Harmonização: salada de radicce com tomates ao vinagrete de ervas, capeletti in Brodo, ossobuco e risoto Milanês, terrine de pato, fettuccine com almôndegas e molho de tomates ou uma pizza ao molho de tomates.


Syrah/Shiraz
Trazida para o Ocidente, criou raízes "modernas" no sul da Borgonha e na Provence (França), onde é conhecida como uva do Rhone, que resulta vinhos de coloração intensa, bem encorpados e aromas de frutas vermelhas. Hoje casta principal dos Côtes-du-Rhône, do famoso Chateauneuf-du-Pape, e dos Côtes-de-Provence. É responsável pelos grandes rótulos da Austrália.
Países: França (Rhône), Austrália, África do Sul e Argentina
Harmonização: carnes, aves e queijos amarelos, fondues, crepes e soufflés.

Tannat
Original de Bordeaux (França), hoje é a variedade que reina no Uruguai, altamente tânica e com perfume de amora e framboesa.
Países: Uruguai e França.
Harmonização: pato assado, presunto cru ou cozido, pizza margherita ou calabresa. Costela no bafo ou um prato de frango assado, com polenta e agrião.


TempranilloConsiderada a melhor uva tinta espanhola, cultivada nas regiões de Rioja e Ribeira del Duero. Resulta um vinho colorido, com baixa acidez, pouco tânico e que envelhece bem no carvalho que lhe confere aromas de tabaco.
Países: Espanha, Portugal e Argentina
Harmonização: carnes grelhadas



Uvas para vinhos brancos



ChardonnayTem origem nas regiões de Champagne e Borgonha (França), mas hoje está espalhada pelo mundo todo por sua facilidade de cultivar e vinificar. É usada na produção de clássicos de alta qualidade e reputação na Borgonha, como Chablis, Montrachet e Poully-Fussé, além de ser um importante ingrediente do champanhe.
Países: França (Borgonha), Estados Unidos (Califórnia), Austrália, Nova Zelândia, Chile, África do Sul, Argentina, Brasil
Harmonização: peixes leves, carne branca, pratos simples e saladas. Ou mesmo acompanhando frutas e queijos num final de tarde de outono.

Chenin BlancOriginal do vale do Loire (norte da França), já próximo do Atlântico, responsável pelo famoso Vouvray, dá vinhos secos ou doces
Países: França (Loire), EUA, África do Sul (conhecida como steen), Austrália e Nova Zelândia.
Harmonização: peixes leves, carne branca, pratos simples e saladas, sendo uma boa pedida para fondues de queijo.


Gewürztraminerfamosa uva branca da Alsácia (nordeste França), já na fronteira com a Alemanha. A palavra alemã "gewürz" significa aromático, temperado e "würz" quer dizer tempero, especiarias. Daí a produção de vinho frutado, muito aromático, com sabor complexo.
Países: França (Alsácia), Alemanha, Itália, Chile, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia.
Harmonização: comida regional da Alemanha e da Alsácia, como um kassler (carré de porco) com repolho roxo maturado, batatas cozidas amanteigadas e purê de maçãs. Queijos brie e camembert, com geléias de pimenta e torradas são outras boas combinações.


Muscat (Moscato e Moscatel)
Usada para vinhos secos na Alsásia e para espumantes italianos do tipo Asti Espumante e Moscato Bianco, esta uva é plantada no mundo todo é própria de vinhos doces perfumados.
Países: França (Alasácia), Portugal, Espanha e Itália
Harmonização: bolos e doces.


Pinot GrisUva da família pinot noir do nordeste e leste da França. No norte da Itália é a Pinot grigio. Produz vinhos brancos leves, jovens e secos na Itália e mais ricos e perfumados, na região francesa da Alsácia.
Países: França (Alsácia), Itália, Alemanha, Hungria e Nova Zelândia
Harmonização: acompanha bem saladas e pratos leves, queijo de cabra e bruschetta.


ProseccoEncontrada na região de Vêneto, na Itália, resulta em espumantes frescos, frutados, com pouco acidez.
Países: Itália, Brasil
Harmonização: com canapés, saladas, mousses salgadas e salmão fresco ou defumado e comida japonesa.
RieslingConsiderada a melhor uva branca do mundo ao lado da chardonnay. Original do vale do Reno, na Alemanha (Baden) e na França (Alsácia), produz vinhos com acidez elevada e teor alcoólico baixo, aromas delicados e florais.Os melhores riesling são encontrados na Alemanha.
Países: Alemanha, Áustria, Austrália, Nova Zelândia, França (Alsácia) e EUA.
Harmonização: comida alemã, como salsichas, batatas souté, carré de porco, kassler, chucrutes, maionese de batatas e arenque. Saladas, queijos amarelos, frios, cogumelos, salmão fresco ou defumado e aspargos.


Sauvignon BlancApresenta acidez aguda e aromas frutados. Uva de ótima qualidade, também é comparada a chardonnay.
Países: França (Loire, Bordeaux), Nova Zelândia, Chile, Áustria e África do Sul.
Harmonização: peixes, ostras, carne branca, pratos simples e saladas.